
O primeiro tóxico a ser usado na face da terra. O ópio natural (vegetal) e seus derivados são drogas destiladas do suco extraído do fruto imaturo da papoula que, depois de refinadas, servem para a manufatura de remédios considerados como Narcóticos ou entorpecentes, isto é, drogas que produzem sono ou torpor. As drogas sintéticas chamadas opiáceos são também classificadas como Narcóticos.
O ópio, durante dois milênios, ocupou um lugar primordial como medicamento importante por suas propriedades analgésicas, antidiarréicas antitussígena e euforizante, porque não havia outras drogas com essas propriedades. Na década de 1920, todavia, a droga foi proibida, em virtude do uso abusivo e dos problemas que causava. Reduz a capacidade de trabalho e provoca enfraquecimento físico.
O farmacodependente fica preguiçoso e sem ambição, magro, fraco, não tem mais desejo sexual. A droga acarreta ainda tolerância e, através desta, desenvolve a dependência física: o indivíduo precisa tomar a droga sempre, aumentando progressivamente as doses; a interrupção ou a abstinência produz tremores, vômitos, diarreia, dores por todo corpo, delírio, excitação e colapso. Ver também “OPIÓDES”.