O trabalho do orientador educacional é exatamente orientar os alunos no dia-a-dia da escola. Trata-se de uma presença contínua e constante, tanto nas situações que exigem firmeza e segurança como nas que necessitam apenas de um amigo e confidente. Precisa ter tempo para ouvir as reclamações e sugestões dos alunos, como agente harmonizador do processo ensino-pedagógico que interage na relação professor-aluno.
Como parte de sua tarefa profissional deve atender, pessoalmente, ou por telefone, os pais que pedem informação sobre o rendimento e comportamento de seus filhos, trocando idéias e sugerindo comportamentos e atitudes para que o aluno possa desenvolver todo seu potencial na escola.
Cabe à esse profissional encaminhar os alunos ao departamento de psicologia para serem atendidos, orientados, trabalhados ou encaminhados para um tratamento mais específico. Assim como, participa e acompanha o desenvolvimento dos trabalhos executados com os alunos encaminhados ao atendimento psicopedagógico, dando suporte, quando necessário.
Por isso, o orientador educacional é parte atuante do processo educativo. Seu objetivo é formar cidadãos plenos e seguros. Assim sendo, atua junto aos alunos acompanhando e orientando para que cresçam adaptados, tendo rendimento escolar, autoconhecimento, ajudando a enfrentar as dificuldades, a escolha profissional, etc.
Esse atendimento é feito nos contatos na sala de aula e individualmente, conforme a necessidade detectada pelos próprios alunos, professores, coordenadores ou por solicitação dos pais.
O orientador educacional interage com professores e pais, através de entrevistas, reuniões e palestras, promovendo a integração entre a família e escola, colaborando na solução de problemas educacionais para a formação integral do ser humano crítico, sem preconceitos e potencialmente realizado.
A lei no. 5564 de 1968, estabelece as normas para o exercício da profissão de orientador educacional, que é uma habilitação do curso superior de pedagogia.