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02. Dia Nacional do Samba

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No início do século passado, nos becos dos negros da Praça Onze do Rio de Janeiro, começou o gênero musical que representa a música popular brasileira: o Samba. A palavra veio da africana "semba", que, significa "umbigada" ou "união do baixo ventre" e, também, "tristeza", "melancolia" ou "banzo".

A dança influenciou outros gêneros tocados na cidade, como polca, maxixe, lundu, xote etc., e criou o samba carioca urbano e carnavalesco. Nessa seqüência veio o partido alto, designando a alta qualidade e virtuosidade da música feita pelos mais velhos conhecedores das formas antigas do samba.

Em 1917, foi gravado em disco o primeiro samba, "Pelo Telefone", cujo autor foi Donga, Ernesto dos Santos. O direito musical gerou algumas disputas, pois na época, a composição era feita em conjunto e por anônimos. No processo de comercialização o samba era de quem registrasse primeiro.

O novo ritmo firmou-se no mercado e, a partir da inauguração do rádio em 1922, chegou às casas da classe média. Variações surgiram até o início de 1930: o samba-enredo,; o samba-choro,; e o samba-canção, que caiu no gosto popular e cujo primeiro sucesso foi "Ai, ioiô", de Henrique Vogeler, Marques Porto e Luís Peixoto, gravado em 1929 pela cantora Araci Cortes.

A bossa nova surgiu no final de 1950. Essa forma samba afastou-se muito do popular, sofrendo profunda influência do jazz e assimilando técnicas musicais eruditas. O movimento, nascido na elite da zona sul do Rio de Janeiro, mudou a batida original e criou o estilo de cantar intimista e suave. Foi, em 1962, no festival do Carnegie Hall de Nova York, que a bossa nova se tornou sucesso mundial.

A batida tradicional do samba voltou só no final dos anos 60, ganhando força durante a década seguinte, brilhantemente defendida por Chico Buarque de Holanda, Billy Blanco e Paulinho da Viola e pelos veteranos Zé Kéti, Cartola, Nelson Cavaquinho, Candeia e Martinho da Vila.

A década de 80 foi de consolidação do samba no mercado. E a nova geração dos compositores urbana inovou ousando várias combinações, como o paulista Itamar Assunção, que incorporou a batida do samba ao funk e ao reggae num trabalho experimental, que deu certo.

O pagode uniu o choro a um compasso fácil para os dançarinos, enchendo os salões e se tornando o sucesso comercial até o início do terceiro milênio.

 

 

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